Arte
"A arte diz o indizível; exprime o inexprimível, traduz o intraduzível."
Leonardo da Vinci
Leonardo da Vinci
segunda-feira, 21 de junho de 2010
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Arte é Cultura

Universidade de Brasília– UAB/UnB
Instituto de Artes
Departamento de Artes Visuais
Licenciatura em Artes Visuais
História da Arte Educação
Discente: Rauany Mendes de Souza
O papel da arte na educação é de fundamental importância para a formação cultural, intelectual e até mesmo pessoal do ser humano, a arte/educação atua no sentido de colocar o educando em um âmbito de conhecimento bem mais amplo e superior aos conhecimentos tidos como “essenciais”, pois pode atuar na esfera da construção de princípios, conceitos e caráter pessoal.
A educação pela arte serve como ponte entre a sociedade “leiga” e toda a gama de saberes expressivos e culturais que a arte proporciona.
A arte tem o poder de ampliar a visão de mundo daqueles que tem a capacidade de reconhecê-la.
É por esse motivo que surgiu o anseio de implantar as escolinhas de arte no Brasil, e estas foram de grande importância, pois através de sua maneira diferenciada de ensinar através da liberdade de expressão artísticas de seus alunos, foi capaz de revolucionar o conceito de artes que em outrora era tida como disciplina banal. A partir da ascensão das escolinhas de arte essa modalidade de ensino foi valorizada, pois todos puderam constatar as vantagens de desenvolver nas crianças o potencial criativo de cada uma delas. As escolinhas de artes tinham essa missão de fazer vir à tona os talentos escondidos e descobrir qual a vocação artística de cada uma de forma singular, respeitando as suas limitações.
Além disso, foi após o crescimento dessas escolinhas que surgiu o interesse de incluir a arte/educação no currículo escolar, na verdade, esse já era o sonho frustrado de muitos arte/educadores que tinham esse anseio, no entanto, essa idéia só foi amadurecida e posta em prática após a elevação das escolinhas de arte que influenciaram grandiosamente neste processo.
Foram encontrados muitos obstáculos para a concretização desse projeto, pois como até hoje percebemos, ainda existem algumas pessoas desinformadas que vêem o ensino de artes como algo banal e de “segunda instância”, valorizando mais disciplinas como português, matemática e etc., essas que são requisitadas em concursos, como é citado no texto de Azevedo – Movimento escolinhas de arte, página 218 “é necessário ao arte/educador se reconhecer como sujeito histórico de uma minoria, no coletivo dos educadores”.
Sabemos que ainda hoje defender o valor da arte não só na educação, mas em todos os campos é um verdadeiro desafio, pois vivemos em uma sociedade capitalista que costuma lançar maior interesse por aquilo que dá maior lucratividade. No entanto, podemos nos contrapor a esse padrão tendo como referência a ousadia dos precursores dessa modalidade aqui no Brasil: Augusto Rodrigues, Lucia Alencastro Valentin e também não podemos deixar de citar a notória participação de Noêmia Varela e a Grande Ana Mãe Barbosa que tanto contribuíram para a valorização da Arte/Educação brasileira, temos a missão de dar continuidade a esse trabalho de propagar a importância da Arte em todos os aspectos da vida social e humana.
domingo, 30 de maio de 2010
A arte de atuar - Abordagem Stanislaviskiana

Universidade de Brasília UAB/UnB
Instituto de Artes
Departamento de Artes Visuais
Licenciatura em Artes Visuais
História do Teatro 2 – HT2
Discente: Rauany Mendes de Souza
Stanislaviski foi um grande revolucionário no que diz respeito à arte de atuar, ele trouxe grandes contribuições para o teatro que antes era muito vago em suas concepções, com suas abordagens contribuiu grandemente para um entendimento maior sobre as possibilidades da atuação. Ele buscava encontrar uma conceituação mais racional e completa da interpretação teatral, apreciava a versatilidade e a boa performance de um ator.
Na visão Stanislaviskiana o ator deve estar completamente inserido nos dois aspectos da atuação, de forma que ele saiba mesclar inspiração e criatividade, para uma boa representação é necessário que o ator tenha experimentado o personagem, saiba do que está tratando, por isso recomenda: “nunca se permita representar exteriormente algo que você não tenha experimentado intimamente”.
Para Stanislaviski o bom ator é aquele que consegue um alinhamento entre a sua sensibilidade e intuição, a um conhecimento concebido sobre o que se propõe a interpretar, de forma que, “ todo invento da imaginação do ator deve ser minuciosamente elaborado e solidamente erguido sobre uma base de fatos”. O papel que o ator vai interpretar deve ser explorado e desbravado de modo que o mesmo tenha completa intimidade com o personagem.
Todo esse entrosamento é refletido através do corpo e de suas expressões. “É o corpo que movimenta a compreensão e corporifica seu saber”. As expressões do ator devem transbordar toda a familiaridade que ele tem com o seu personagem e com os sentimentos que adquiriu em relação ao mesmo. “Os músculos do ator devem estar plena e diretamente subordinados aos seus sentimentos”.
Cada gesto do ator deve estar impregnado de significados e de conteúdos, os gestos de um ator não podem ser descartáveis, o que deve existir é a especificidade de movimentos, o ator não pode de forma alguma transparecer superficialidade em seus atos, e sim, através de um prévio conhecimento em torno de seu papel e até mesmo de todo o contexto em que está inserido guiar-se a uma plena tradução interpretativa.
A partir desse momento o ator começa a ser movido não apenas por uma infinidade de detalhes soltos, mas, por unidades importantes que assinalam a trilha criadora certa. Aí, enfim, temos o auge da interpretação, que é quando o ator torna-se um intérprete criador.
Em virtude do que foi mencionado percebemos que a abordagem Stanislaviskiana trata da grandiosa necessidade de que o ator não seja artificial em seu processo de atuação, Stanislaviski propõe ao ator um conhecimento prévio sobre todo o contexto do personagem que deverá representar, desta forma, acredita que o espetáculo teatral se solidifica em raízes fundamentadas e não apenas em imaginação e turbilhões de sentimentos aflorados a partir de gestos superficiais.
Quando o ator toma essa posição é possível enxergar uma postura mais madura e livre em relação ao seu personagem, daí é de onde parte a liberdade que o ator adquire para atiçar a sua atividade criativa.
domingo, 20 de setembro de 2009
A presença feminina na Arte
O vídeo escolhido para a realização deste trabalho trata – se de uma espécie de galeria contendo várias obras de famosos artistas que trabalharam ás feições femininas em suas telas, várias representações de mulheres na pintura, desde a Idade Média (passando depois por Leonardo da Vinci, Ingres...) até Moderna (passando por Salvador Dali, Picasso...).É de conhecimento de todos a constante presença das mulheres nas telas dos grandes artistas, através delas eles expõe suas paixões, desejos e ternura que nutrem pela feminilidade da mulher. Não se pode conceber a história das Artes sem a presença da mulher. Quer como inspiradora, quer como criadora, ela aparece na obra do pintor, do escritor, do escultor, ou do músico, como um choque psicológico traduzido claramente pela liguagem do gênio.
O vídeo relaciona-se a arte na tecnologia por trazer de forma bem interessante as faces que se transformam, esse processo é realizado através do Morphing que é um efeito especial em filmes e animações realizando mudanças (ou morfos) de uma imagem para outra através de uma transição sem problemas. Most often it is used to depict one person turning into another through technological means or as part of a fantasy or surreal sequence. Na maioria das vezes ele é usado para descrever uma pessoa se transformar em outro através de meios tecnológicos ou como parte de uma fantasia ou uma seqüência surreal.
Fontes:www.wikipédia.com
www.youtube.com
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Desenhar é Pensar

Muitas vezes temos uma concepção muito restrita e até mesmo leiga em relação às obras de arte, em especial ao desenho, temos um olhar puramente superficial e não nos atentamos aos detalhes e significados, Edith Derdyk, nos primeiros capítulos de seu livro: Formas de Pensar o Desenho, fala sobre a necessidade de ampliarmos nossa visão no que diz respeito a essa verdadeira forma de expressão que se chama desenho, Derdyk nos alerta sobre como devemos enxergar cada particularidade que se encontra sobre um “simples” desenho, pois segundo ela, é possível identificar através dos traços de um desenho todo um contexto de vida.
Os desenhos e suas formas por mais simples que sejam fazem parte de um jeito de expressão pessoal, experiências e conhecimentos.
O ato de desenhar não se restringe a rabiscar no papel, inconscientemente colocamos vivências intimas em cada detalhe de nossos rabiscos.
Desenhar é pensar, é expressar, é extravasar.
Somente é capaz de compor um desenho alguém que tenha adquirido em sua trajetória de vida alguma espécie de conhecimento, até mesmo uma criança com poucos anos de idade pode criar um desenho, mesmo que aos nossos olhos, talvez possa parecer que aqueles rabiscos não tragam informações, porém, os mesmos, empregam em cada detalhe a forma como ela percebe o universo em que vive.
O livro de Derdyk nos traz o exemplo dos limites do papel, é perceptível que uma criança de pouca idade não consegue fazer desenho limitada as margens do papel, mas conforme ela vai crescendo e progredindo ela vai adquirindo a organização das idéias, e consequentemente os seus desenhos também vão se aprimorando, e assim vai se desenvolvendo, desta forma o ato de conhecer vai se relacionando profundamente com o ato de criar.
Os desenhos e suas formas por mais simples que sejam fazem parte de um jeito de expressão pessoal, experiências e conhecimentos.
O ato de desenhar não se restringe a rabiscar no papel, inconscientemente colocamos vivências intimas em cada detalhe de nossos rabiscos.
Desenhar é pensar, é expressar, é extravasar.
Somente é capaz de compor um desenho alguém que tenha adquirido em sua trajetória de vida alguma espécie de conhecimento, até mesmo uma criança com poucos anos de idade pode criar um desenho, mesmo que aos nossos olhos, talvez possa parecer que aqueles rabiscos não tragam informações, porém, os mesmos, empregam em cada detalhe a forma como ela percebe o universo em que vive.
O livro de Derdyk nos traz o exemplo dos limites do papel, é perceptível que uma criança de pouca idade não consegue fazer desenho limitada as margens do papel, mas conforme ela vai crescendo e progredindo ela vai adquirindo a organização das idéias, e consequentemente os seus desenhos também vão se aprimorando, e assim vai se desenvolvendo, desta forma o ato de conhecer vai se relacionando profundamente com o ato de criar.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
As tecnologias e a Educação

No atual modelo de sociedade onde quase tudo gira em torno da tecnologia é inquestionável a sua presença na educação, cada vez mais se faz necessário uma atualização na mentalidade dos professores de artes, que devem aprender a utilizar esses recursos como ricos auxiliares na formação de nossos educandos. Ao arte - educador cabe o papel de conhecer bem a realidade onde atua e capacitar-se para a utilização correta dos recursos tecnológicos, que estão presentes não só na escola como na casa dos alunos. Segundo alguns pensadores da Educação esse recurso é um grande agente de democratização da cultura e da informação. Caso os recursos não sejam bem explorados ou utilizados de forma inadequada, o educador estará apenas utilizando uma nova roupagem para o ensino tradicional.
Todo recurso é muito rico se for bem utilizado, até mesmo uma aula com retro-projetor, um recurso simples, que traz uma série de possibilidades, um dos recursos mais ricos é o computador, que está muito presente na atualidade.
O processo de informatização cresce com muita rapidez, o educador tem como responsabilidade preparar seus alunos para sua utilização em sociedade, são imensas as possibilidades pedagógicas que oferece esse recurso: jogos que desenvolvem o raciocínio lógico, construção de textos, produção de músicas, etc. Muitas de nossas escolas ainda não estão preparadas para a informatização na educação, mesmo as que possuem esse espaço de trabalho ainda enfrentam a resistência de alguns de seus profissionais.
Não podemos negar a presença das tecnologias na nossa vida atual. Cabe a todos, família e educadores, desempenhar seu papel frente a esses recursos, contribuindo para a formação de nossas crianças e adolescentes, preparando-os para o pleno exercício da cidadania.
Todo recurso é muito rico se for bem utilizado, até mesmo uma aula com retro-projetor, um recurso simples, que traz uma série de possibilidades, um dos recursos mais ricos é o computador, que está muito presente na atualidade.
O processo de informatização cresce com muita rapidez, o educador tem como responsabilidade preparar seus alunos para sua utilização em sociedade, são imensas as possibilidades pedagógicas que oferece esse recurso: jogos que desenvolvem o raciocínio lógico, construção de textos, produção de músicas, etc. Muitas de nossas escolas ainda não estão preparadas para a informatização na educação, mesmo as que possuem esse espaço de trabalho ainda enfrentam a resistência de alguns de seus profissionais.
Não podemos negar a presença das tecnologias na nossa vida atual. Cabe a todos, família e educadores, desempenhar seu papel frente a esses recursos, contribuindo para a formação de nossas crianças e adolescentes, preparando-os para o pleno exercício da cidadania.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Sociedade Virtual

Os avanços tecnológicos têm alcançado todas as áreas da sociedade de forma espantosa e avassaladora, cada dia que passa percebemos o quanto temos sido constantemente influenciados e até mesmo invadidos nesse sentido, mas como tudo na vida esses avanços têm os seus pontos positivos e negativos. Não podemos deixar de enxergar as benesses que as novas tecnologias vêm nos trazendo, a exemplo disso temos a EaD ( Educação a Distância) que tem agido como canal de aprendizados e proporcionado a facilidade ao conhecimento, também não podemos deixar de citar a acessibilidade de forma bem mais eficaz e rápida nos campos da informação, do entretenimento, da comunicação e tantos outros que são visíveis em nosso cotidiano.
No entanto, não podemos ser indiferentes aos “contras” desse progresso tecnológico, em parte disso podemos citar a segregação que temos acompanhado continuamente, percebemos que o contato humano tem sido diminuído por causa da exploração digital, as pessoas têm deixado de se encontrar, para bater papos virtuais, para namorar, fazer amizades, trabalhar, até sexo virtual existe hoje em dia, o relacionamento humano tem sido substituído por um computador, essa ferramenta que ao mesmo é tão proveitosa tem em muitos casos impulsionado o individualismo e a solidão uma vez que se troca o contato físico por um simples contato virtual.
No entanto, não podemos ser indiferentes aos “contras” desse progresso tecnológico, em parte disso podemos citar a segregação que temos acompanhado continuamente, percebemos que o contato humano tem sido diminuído por causa da exploração digital, as pessoas têm deixado de se encontrar, para bater papos virtuais, para namorar, fazer amizades, trabalhar, até sexo virtual existe hoje em dia, o relacionamento humano tem sido substituído por um computador, essa ferramenta que ao mesmo é tão proveitosa tem em muitos casos impulsionado o individualismo e a solidão uma vez que se troca o contato físico por um simples contato virtual.
Universidade Aberta do Brasil – UAB/UnB
Insituto de Artes Departamento de Artes Visuais
Licenciatura em Artes Visuais
Ateliê de Artes Visuais 1 – AAV1
Discente: Rauany Mendes de Souza Matrícula:08/75503
Atividade da Semana – Música
Tecnologia Toma Conta
Composição: Rauany Mendes
As tecnologias tomam conta de tudo/
As tecnologias tomam conta do mundo (bis)
Ouá, lá, laiá, laiá, laia/ Lá, laiá, laia laiá...
Quando percebi o mundo virtual tinha tomado conta de mim/
Quando dei por mim até meu namorado tinha conseguido assim/
As tecnologias tomam conta de tudo/
As tecnologias tomam conta do mundo (bis)
Ouá, lá, laiá, laiá, laia/ Lá, laiá, laia laiá...
Só vivo de Orkut, de MSN, de Twitter e coisas assim
Até minha faculdade de Artes Visuais estou concluindo assim
As tecnologias tomam conta de tudo/
As tecnologias tomam conta do mundo (bis)
Ouá, lá, laiá, laiá, laia/ Lá, laiá, laia laiá...
Insituto de Artes Departamento de Artes Visuais
Licenciatura em Artes Visuais
Ateliê de Artes Visuais 1 – AAV1
Discente: Rauany Mendes de Souza Matrícula:08/75503
Atividade da Semana – Música
Tecnologia Toma Conta
Composição: Rauany Mendes
As tecnologias tomam conta de tudo/
As tecnologias tomam conta do mundo (bis)
Ouá, lá, laiá, laiá, laia/ Lá, laiá, laia laiá...
Quando percebi o mundo virtual tinha tomado conta de mim/
Quando dei por mim até meu namorado tinha conseguido assim/
As tecnologias tomam conta de tudo/
As tecnologias tomam conta do mundo (bis)
Ouá, lá, laiá, laiá, laia/ Lá, laiá, laia laiá...
Só vivo de Orkut, de MSN, de Twitter e coisas assim
Até minha faculdade de Artes Visuais estou concluindo assim
As tecnologias tomam conta de tudo/
As tecnologias tomam conta do mundo (bis)
Ouá, lá, laiá, laiá, laia/ Lá, laiá, laia laiá...
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